Quais os desafios na economia para o próximo presidente do Brasil?

30 de dezembro de 2022

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Cenário de dificuldades para o novo chefe do Executivo federal já vem se desenhando desde antes do início das eleições.

Os desafios na economia serão o primeiro grande pilar para o início do terceiro mandato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Quem acompanha o nosso blog, sabe que durante o ano de 2022 nós demos várias dicas para ajudar você a se defender do cenário econômico adverso.

Os desafios para o próximo ano já vêm se desenhando há um bom tempo e seriam difíceis para enfrentar, independente de quem assumisse a presidência a partir de 1º de janeiro de 2023. Neste artigo você vai ver:

  • Como a polarização pode atrapalhar o novo governo;
  • A queda do PIB nacional é um desafio;
  • A desaceleração na economia é um fenômeno global;
  • Será necessário equilibrar responsabilidade social e fiscal;
  • A reforma tributária e a inflação estão entre as principais preocupações do novo governo;
  • Estratégias para não sofrer tanto com as escolhas da futura equipe econômica;
  • Ter uma reserva de emergência é ainda mais fundamental para o próximo ano;
  • Invista um valor da carteira em investimentos de risco.

Cenário de polarização pode atrapalhar o novo governo      

Junto com os desafios para a melhora do cenário econômico, a equipe de transição do novo presidente precisa também lidar com um país polarizado e com reprovação de praticamente metade do eleitorado. Além disso, ele precisa buscar apoio no Congresso para lidar com essa situação é outro dos grandes desafios a serem enfrentados.

Fenômeno global

Em segundo lugar, é justo dizer neste momento que a desaceleração na economia é um fenômeno global e que já vinha sendo alertado por especialistas antes mesmo da eleição. O PIB avançou em torno de 2,75% em 2022 e a previsão para o ano que vem é de que esse número deve despencar para 0,5% a 1%. 

Por isso que, independente de quem fosse eleito, os desafios na economia seriam os mesmos. O plano de governo do presidente eleito fala em uma revogação do teto de gastos e uma revisão no regime fiscal. Mas, ao mesmo tempo, esse documento não deixa claro qual estratégia será tomada.

Especialistas também concordam que existe uma herança fiscal que será difícil de lidar. Uma delas é a política de redução do ICMS sobre os combustíveis, algo que deixou muitos governadores descontentes e que agora podem querer cobrar essa conta do novo governo.

Social e fiscal

Outro desafio é equilibrar a responsabilidade social e a fiscal. O governo Lula diz que vai manter o que prometeu o governo Bolsonaro em relação ao Auxílio Brasil, mesmo ele não estando presente na Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2023. 

O doutor em direito econômico Bruno Carazza disse, em entrevista à CNN Brasil, que “Lula terá que reconstruir a credibilidade fiscal brasileira, revendo teto de gastos, regra de ouro e os mecanismos da lei de responsabilidade fiscal”. Para o especialista, a pandemia e a Guerra da Ucrânia foram as grandes inimigas da economia durante o governo Bolsonaro.

Outro ponto de atenção no mercado é o histórico dos governos do PT, em que os gastos públicos aumentaram. No programa de governo do candidato eleito, o novo modelo fiscal deve ser baseado na credibilidade, previsibilidade e sustentabilidade. O que os especialistas esperam é que essas diretrizes sejam compatíveis com o enfrentamento dos desafios sociais e que façam o país arrancar, impedindo uma estagnação ou até mesmo um retrocesso.

Reforma Tributária e inflação

O tema Reforma Tributária, que tem dois projetos tramitando no Congresso. Para especialistas, uma boa reforma é fundamental para que a agenda econômica do País avance e que se aumente a geração de empregos e se diminuam as desigualdades sociais.

Outro dos desafios da economia do novo presidente está no controle da inflação

Com os problemas causados pela pandemia sendo superados, o holofote se volta para a Guerra da Ucrânia, que já vem causando aumento de preços em vários países da Europa, por conta da redução da oferta de commodities. Aqui no Brasil, buscou-se controlar a inflação com um aumento do juros, mas o mercado espera que haja um equilíbrio também nessa questão.

Como você pode diminuir os impactos no seu dia a dia?

A preocupação com o cenário e a falta de clareza com os desafios econômicos de alguns aliados do futuro governo podem lhe trazer preocupação. A gente já contou aqui no blog a importância de se ter uma reserva de emergência e essa pode ser uma ótima oportunidade para você passar por um possível momento de instabilidade sem sofrer tanto quanto outros que não têm esse suporte.

Claro que a gente não fala aqui de guardar dinheiro no colchão. Você pode investir em opções como Tesouro Selic, CDBs com liquidez diária e fundos de renda fixa. A melhor forma de proteger o seu dinheiro é optar pela diversificação de investimentos. Procure por opções que tenham a ver com o seu perfil e assim as chances de ter êxito serão maiores. 

Investimentos de risco

E por fim, é importante frisar também que ter 10% dos seus aportes em ativos de risco faz parte de uma carteira arrojada. Entre os "riscos" é melhor escolher aqueles que é possível controlar, e na Fido você consegue fazer isso. Continue com a gente e tenha acesso a mais conteúdos de educação financeira.

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