Educação financeira: como fazer uma reserva de emergência

5 de abril de 2022

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Todo mundo está sujeito a passar por um momento de adversidade, por isso não se esqueça de ter um apoio financeiro para as horas ruins.

Nunca estaremos livres dos tempos difíceis, mas com uma reserva de emergência na manga, passar pelo período pode ser menos perigoso. Continue a leitura e aprenda dicas de como fazer uma reserva de emergência e a importância de ter um montante guardado.

Neste artigo você vai:

  • Lembrar que tempos difíceis requerem precaução;
  • Saber o que é, para que serve, quando usar e como montar uma reserva de emergência;
  • Ter ideia do quanto se deve economizar por mês para fazer uma reserva;
  • Ter algumas opções de onde aplicar o dinheiro para fazer esse caixa;
  • Ficar atento aos objetivos;
  • Não esquecer que é essencial pensar no futuro;
  • Compreender que primeiro se faz uma reserva financeira para depois pensar em investimentos;
  • Saber que a Fido pode te ajudar a montar uma carteira variada.

Precaução para tempos difíceis

Ninguém está a salvo de uma doença, uma situação de desemprego, uma gravidez inesperada ou até de crises econômicas que elevam juros e fazem o custo de vida aumentar drasticamente. Para todas essas situações, há um remédio: uma reserva de emergência. Pelo menos com um dinheiro poupado, passar por problemas de ordem financeira será menos traumático. A educação financeira é aquela parte do estudo que te mostra como é importante ter uma reserva e quais serão os benefícios de ter poupado recursos.

O que é uma reserva financeira?

Uma reserva financeira é um investimento de curto prazo que pode ser sacado facilmente no caso de uma necessidade. Dessa forma, enquanto você não precisar do dinheiro, ele vai ficar rendendo. Algumas das aplicações que podem ser usadas para fazer uma reserva de emergência são o Tesouro Direto Selic, Fundos de Renda e CDBs.

Para que serve uma reserva de emergência?

Construir uma reserva de emergência serve para que no caso de uma necessidade, você tenha para onde recorrer e assim não precise fazer algum tipo de empréstimo. Além disso, no caso de um problema, como a perda do emprego, existindo um colchão será mais fácil pensar com calma em quais as melhores alternativas para se recolocar no mercado, sem meter os pés pelas mãos.

Quando usar a reserva de emergência?

A reserva de emergência, como o próprio nome diz, é para emergências e quem classifica se algo é uma necessidade é você. Mas não vale se sabotar. Gastar a reserva para cobrir exageros no cartão, por exemplo, não é uma boa ideia. Despesas médicas, perda de emprego, conserto de carro, problemas com eletrodomésticos ou uma reforma inesperada da casa podem precisar do uso da reserva de emergência.

Quanto guardar para fazer uma reserva de emergência?

O ideal é ter aplicado o valor referente a seis meses de despesas para formar a reserva de emergência. Assim, se você precisa de R$ 20 mil, poderá fazer 20 aplicações mensais de R$ 1 mil para formar a sua reserva.

Como fazer uma reserva financeira?

Uma forma de montar a sua reserva de emergência é optar pelo auto-pagamento. Ou seja, inclua o valor que irá investir por mês como se fosse uma conta e assim, faça a quitação já no início do mês, para evitar que esse dinheiro se perca. Opções de onde investir:

  • Tesouro Selic: são títulos públicos de renda fixa, emitidos pelo Tesouro Nacional, atrelados à taxa básica de juros.
  • CDBs com liquidez diária: os Certificados de Depósito Bancário são títulos privados pós-fixados emitidos por instituições financeiras com prazo e taxa definidos no momento da compra. Eles seguem a taxa CDI que, por sua vez, tem valor semelhante à Selic. Esse título conta com a cobertura do Fundo Garantidos de Créditos (FGC) de até R$ 250 mil (por emissor e por CPF). Trata-se do reembolso máximo no caso de quebra da instituição. A recomendação é procurar instituições reconhecidas, que tenham liquidez.
  • Fundo DI: os fundos de renda fixa atrelados à taxa DI. Deve-se ter cuidado para as regras de valor mínimo de resgate.

Fique atento aos objetivos

Fazer uma reserva financeira é algo primordial, mas tenha consciência de que guardar dinheiro para esse fim não é uma forma de ganho. Ou seja, elimine a ideia de que montar uma reserva de emergência é algo para ganhar dinheiro. Ela serve para ser um apoio na hora de um momento difícil.

Pense no futuro

Outra reserva que também deve ser feita é a para aposentadoria. Para montá-la, o essencial é fazer aplicações de longo prazo que irão ter bons rendimentos e servir como um complemento essencial no futuro.

Primeiro a reserva, depois as aplicações

Agora que você já entendeu a importância de ter uma reserva de emergência, a próxima dica é montar uma carteira diversificada de investimentos. Mas não se esqueça, não comece a investir sem antes ter a sua reserva. Afinal, primeiro você precisa arrumar a casa para depois começar a pensar nos investimentos futuros.

A Fido te ajuda a diversificar a carteira

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